ARAGUAIA É TABÚ
Eis que o Supremo Tribunal de Justiça (STJ), anulou a decisão que favorecia a abertura dos famosos arquivos sobre a não menos famosa Guerrilha do Araguaia (período entre 1964/68).
Quem ganha, ou perde, com isso? Todos nós. O movimento militar de 1964, cujas páginas ainda não foram totalmente abertas às luzes da História, precisa ser entendido como isso mesmo, ou seja, foi um movimento militar, não uma revolução.
Assim, aqueles episódios da região do Araguaia (Pará), precisam vir à tona, para que saibamos - de uma vez por todas - que que, realmente, aconteceu lá. O que não é admissível é o Araguaia ser um assunto tabú, para os militares. Como se eles tivessem algo a esconder daquela guerrilha, reprimida a ferro, fogo, torturas e desaparecimentos de civis.
É necessário, e urgente, o Brasil reescrever parte de sua história. O que inclui revisionar os acontecimentos do Araguaia, àquela época, reconhecendo - militares e civis - suas respectivas resposabilidades no caso. Só assim, acalmaremos esse clamor nacional, por justiça aos mortos do Araguaia, terminando a incerteza de "Viúvas" que não sabem que fim levaram seus maridos, órfãos que nunca mais souberam dos seus pais, mães que perderam seus filhos.
quarta-feira, 27 de junho de 2007
O CÚMULO DO CINISMO
OS RAPAZES ALEGRES
Considero o cúmulo do cinismo - uma vergonha! - esse episódio da agressão à uma empregada doméstica, perpetrado por seis jovens de classe média alta. Tive ânsias de vomitar, ao ver as declarações (idiotas) dos pais de alguns deles, tentando justificar o crime dos pupilos, alegando que eles são "Conhecidos, têm endereço certo e estudam em faculdades.". Na certa, orientados por advogados. Ora, nada do que possam dizer, diminui a gravidade do ato, covarde, brutal e petulante que cometeram, agredindo uma mulher, indefesa, num ponto de ônibus, apenas para se divertir.
O Brasil está assim. As elites perderam o rumo e, pior, o sentido dos valores morais. Para eles, vale tudo e tudo é - supostamente - permitido. Para os pobres e os que estão do lado de cá do balcão, valem os rigores da lei.
Quero ver no que vai dar. Se serão exemplarmente condenados, ou se algum juiz irá relaxar-lhes a prisão. Para que continuem a rir dos mais humildes - a pratiquem coisa pior, lá adiante.
Considero o cúmulo do cinismo - uma vergonha! - esse episódio da agressão à uma empregada doméstica, perpetrado por seis jovens de classe média alta. Tive ânsias de vomitar, ao ver as declarações (idiotas) dos pais de alguns deles, tentando justificar o crime dos pupilos, alegando que eles são "Conhecidos, têm endereço certo e estudam em faculdades.". Na certa, orientados por advogados. Ora, nada do que possam dizer, diminui a gravidade do ato, covarde, brutal e petulante que cometeram, agredindo uma mulher, indefesa, num ponto de ônibus, apenas para se divertir.
O Brasil está assim. As elites perderam o rumo e, pior, o sentido dos valores morais. Para eles, vale tudo e tudo é - supostamente - permitido. Para os pobres e os que estão do lado de cá do balcão, valem os rigores da lei.
Quero ver no que vai dar. Se serão exemplarmente condenados, ou se algum juiz irá relaxar-lhes a prisão. Para que continuem a rir dos mais humildes - a pratiquem coisa pior, lá adiante.
quinta-feira, 21 de junho de 2007
BILHETE PARA SUELEM
NÃO TEMOS VALORES
Você tem razão. "Dizer ao outro o que se deve fazer e até servir de "exemplo", infelizmente não garante que o comportamento esteja respaldado de valores." É isso! Aí está o busílis da questão, Suelem.
Agradeço-lhe a intervenção no Blog (faça-o sempre, viu?), acrescentando que a sociedade, como a conhecemos hoje, tornou-se um caldeirão de cultura de micróbios, e também um triturador, implacável, desses valores humanos que estamos perdendo.
Não existem, por exemplo, políticos bons, mais ou menos ou honestos. Existem políticos corruptos e políticos honestos. É simples. Assim como não existe meia honestidade, ou meia virtude.
A sociedade brasileira - pelo menos em seus estamentos mais visíveis, como a valorização da cidadania e o respeito à lei - encontra-se num impasse sociológico: não sabemos que rumo tomar na construção da Nação que sonhamos, nem procuramos mecanismos que nos livrem de estabelecer uma espécie de Bananolândia, um tipinho de sociedade excludente, atrasada e hipócrita.
Você tem razão. "Dizer ao outro o que se deve fazer e até servir de "exemplo", infelizmente não garante que o comportamento esteja respaldado de valores." É isso! Aí está o busílis da questão, Suelem.
Agradeço-lhe a intervenção no Blog (faça-o sempre, viu?), acrescentando que a sociedade, como a conhecemos hoje, tornou-se um caldeirão de cultura de micróbios, e também um triturador, implacável, desses valores humanos que estamos perdendo.
Não existem, por exemplo, políticos bons, mais ou menos ou honestos. Existem políticos corruptos e políticos honestos. É simples. Assim como não existe meia honestidade, ou meia virtude.
A sociedade brasileira - pelo menos em seus estamentos mais visíveis, como a valorização da cidadania e o respeito à lei - encontra-se num impasse sociológico: não sabemos que rumo tomar na construção da Nação que sonhamos, nem procuramos mecanismos que nos livrem de estabelecer uma espécie de Bananolândia, um tipinho de sociedade excludente, atrasada e hipócrita.
UMA COLOSSAL PERDA DE TEMPO
MAIS DUAS NO LIXO
Alguém saberia dizer-me para que e por que ainda se instalam tantas CPIs. no Congresso brasileiro? Para que tanta perda de tempo e, principalmente, dinheiro, se elas findam na lata do lixo - e não dão em nada?
Sem contar a nossa paciência, posta à prova por esses deputados e senadores, bem resfestelados em suas mordomias, alheios ao que se passa no resto do País. Vejamos: a CPI da Navalha - essa que jogou lama e titica debaixo da cadeira do presidente Lula (pegaram um irmão dele prevaricando), foi inviabilizada, ontem. Os deputados governistas, é claro!, saíram mais cedo para o almoço, sumiram naquelas super quadras de Brasília, entocaram-se com as amantes e não assinaram (não deram quórum), ao requerimento, absolutamente necessário para a criação da aludida CPI.
Adiante, meninos, o senhor Chinaglia, presidente da Câmara, com a cara mais lavada do mundo, anunciou o arquivamento da CPI da Anatel. Outra vez, venceu o poderoso ($$$$$$$) lobby das companhias telefônicas - que faturam os tubos e assaltam nossos bolsos com tarifas escorchantes, em troca de péssimos serviços), a maioria tentáculos brasileiros de notórias multinacionais do setor.
E então, como ficamos? Ora, a ver navios!
Os contribuintes do Brasil (eu incluso), não passam mesmo é de bestalhões. Pacóvios, idiotas, carneiros pagadores de tributos, que o governo federal transfere - malgrado nosso - para a banca financeira internacional.
A ironia é que Lula prometeu, de pés juntos, dar um basta em tudo isso!
Alguém saberia dizer-me para que e por que ainda se instalam tantas CPIs. no Congresso brasileiro? Para que tanta perda de tempo e, principalmente, dinheiro, se elas findam na lata do lixo - e não dão em nada?
Sem contar a nossa paciência, posta à prova por esses deputados e senadores, bem resfestelados em suas mordomias, alheios ao que se passa no resto do País. Vejamos: a CPI da Navalha - essa que jogou lama e titica debaixo da cadeira do presidente Lula (pegaram um irmão dele prevaricando), foi inviabilizada, ontem. Os deputados governistas, é claro!, saíram mais cedo para o almoço, sumiram naquelas super quadras de Brasília, entocaram-se com as amantes e não assinaram (não deram quórum), ao requerimento, absolutamente necessário para a criação da aludida CPI.
Adiante, meninos, o senhor Chinaglia, presidente da Câmara, com a cara mais lavada do mundo, anunciou o arquivamento da CPI da Anatel. Outra vez, venceu o poderoso ($$$$$$$) lobby das companhias telefônicas - que faturam os tubos e assaltam nossos bolsos com tarifas escorchantes, em troca de péssimos serviços), a maioria tentáculos brasileiros de notórias multinacionais do setor.
E então, como ficamos? Ora, a ver navios!
Os contribuintes do Brasil (eu incluso), não passam mesmo é de bestalhões. Pacóvios, idiotas, carneiros pagadores de tributos, que o governo federal transfere - malgrado nosso - para a banca financeira internacional.
A ironia é que Lula prometeu, de pés juntos, dar um basta em tudo isso!
IGUALDADE PERANTE A LEI
NADA DE FORO PRIVILEGIADO
O que diz a Constituição? Resumindo e sem filigranas, todos são iguais perante a lei. Mas, no Brasil, alguns são mais iguais e outros menos. Políticos (Legislativo e Executivo), têm a prerrogativa do foro privilegiado. Só podem ser processados com a anuência, primeiro, dos seus pares (Câmara e Senado), segundo, mediante processo no Supremo Tribunal Federal. Então, ficam´protegidos e, na verdade, não-passíveis de prestarem contas dos seus atos, nas barras dos tribunais, como qualquer cidadão comum.
Sou visceralmente contra qualquer tipo de foro privilegiado. Até para os integrantes do Judiciário. Quem viola as leis e normas - em vigor no País - deve ser denunciado, ouvido e, se for o caso, exemplarmente punido. E estamos conversados. Para quê e por que foro privilegiado? Por que não enterrar de uma vez por todas essa autêntica e sinistra excrescência jurídica?
O que diz a Constituição? Resumindo e sem filigranas, todos são iguais perante a lei. Mas, no Brasil, alguns são mais iguais e outros menos. Políticos (Legislativo e Executivo), têm a prerrogativa do foro privilegiado. Só podem ser processados com a anuência, primeiro, dos seus pares (Câmara e Senado), segundo, mediante processo no Supremo Tribunal Federal. Então, ficam´protegidos e, na verdade, não-passíveis de prestarem contas dos seus atos, nas barras dos tribunais, como qualquer cidadão comum.
Sou visceralmente contra qualquer tipo de foro privilegiado. Até para os integrantes do Judiciário. Quem viola as leis e normas - em vigor no País - deve ser denunciado, ouvido e, se for o caso, exemplarmente punido. E estamos conversados. Para quê e por que foro privilegiado? Por que não enterrar de uma vez por todas essa autêntica e sinistra excrescência jurídica?
RENAN PERDEU O CONTROLE
NÃO SABE MAIS O QUE FALA
O preclaro senador Renan Calheiros, coitado, perdeu o controle do furacão que o assola, em Brasília. Ontem, aí pelo finalzinho da tarde, numa entrevista, ameaçou seus colegas senadores. De fato, ele pode saber muita coisa, uma vez que é presidente do Senado e do Congresso. Logo, o ordenador-mór de despesas. Todavia, não vejo nisso nenhuma vantagem estratégica para ele. O estrago já está feito.
Fosse pouco, a Polícia Federal, examinando documentos fiscais dele, descobriu rasuras em alguns e notas fiscais de empresas inexistentes, caracterizando sérios indícios de sonegação fiscal e lavagem de dinheiro. Coisa aí de uns R$ 700 mil. E agora, Renan?
Hoje, já se admite a cassação dele.
Aumentando-lhe, irremediavelmente, o inferno astral.
O preclaro senador Renan Calheiros, coitado, perdeu o controle do furacão que o assola, em Brasília. Ontem, aí pelo finalzinho da tarde, numa entrevista, ameaçou seus colegas senadores. De fato, ele pode saber muita coisa, uma vez que é presidente do Senado e do Congresso. Logo, o ordenador-mór de despesas. Todavia, não vejo nisso nenhuma vantagem estratégica para ele. O estrago já está feito.
Fosse pouco, a Polícia Federal, examinando documentos fiscais dele, descobriu rasuras em alguns e notas fiscais de empresas inexistentes, caracterizando sérios indícios de sonegação fiscal e lavagem de dinheiro. Coisa aí de uns R$ 700 mil. E agora, Renan?
Hoje, já se admite a cassação dele.
Aumentando-lhe, irremediavelmente, o inferno astral.
MEU REINO POR UM ENGRAXATE
ONDE ESTARÃO ELES?
Há coisas que não gosto de fazer. De jeito nenhum. Uma delas: engraxar sapatos. Fiz tanto isso, naqueles tempos de escola primária e ginásio, que aprendi a detestar esse tipo de ação. Pois bem. Hoje, pela manhã, fui à cidade, resolver alguns assuntos. Achei, em minhas veleidades, que logo daria de cara com um daqueles meninos engraxates, comuns em Macapá. Ledo engano.
Não vi nenhum no centro. Perto da Prefeitura, idem, perto do Hospital, ibidem. Onde será que se meteram? Meus sapatos reclamam. E aqueles tubos de graxa líquida, encontráveis nos mercantís de esquina, andam pela hora da morte. Caros e, muitas vezes, meio endurecidos, pelo tempão de prateleira.
Assim, estou trocando meu reino (uns cachimbos, bonés usados, meia dúzia de livros, agendas velhas e chaveiros quebrados de montão), por um bendito engraxate!
Há coisas que não gosto de fazer. De jeito nenhum. Uma delas: engraxar sapatos. Fiz tanto isso, naqueles tempos de escola primária e ginásio, que aprendi a detestar esse tipo de ação. Pois bem. Hoje, pela manhã, fui à cidade, resolver alguns assuntos. Achei, em minhas veleidades, que logo daria de cara com um daqueles meninos engraxates, comuns em Macapá. Ledo engano.
Não vi nenhum no centro. Perto da Prefeitura, idem, perto do Hospital, ibidem. Onde será que se meteram? Meus sapatos reclamam. E aqueles tubos de graxa líquida, encontráveis nos mercantís de esquina, andam pela hora da morte. Caros e, muitas vezes, meio endurecidos, pelo tempão de prateleira.
Assim, estou trocando meu reino (uns cachimbos, bonés usados, meia dúzia de livros, agendas velhas e chaveiros quebrados de montão), por um bendito engraxate!
quarta-feira, 20 de junho de 2007
POBRE TEATRO DAS BACABEIRAS
O SUBMUNDO AMBULANTE EM AÇÃO
Um alerta, de graça, aos administradores municipais: os ambulantes estão transformando as cercanias do Teatro das Bacabeiras, no centro da cidade, numa réplica do Pátio dos Milagres,(barafunda humana e mistura de gente, cavalos, comida, ladrões, fugitivos, mercenários e mulheres de vida fácil, que existiu na França, à época dos Mosqueteiros). Será que ninguém viu isso?
Ora, ora, parece-me que aquele lugar não foi projetado para o consórcio de feiúra e fedentina de barracas de camelô, associadas à quiosques de panelas de vatapá e maniçoba.
Minha Nossa Senhora! Quando será que Macapá ira transformar-se numa cidade civilizada?
Um alerta, de graça, aos administradores municipais: os ambulantes estão transformando as cercanias do Teatro das Bacabeiras, no centro da cidade, numa réplica do Pátio dos Milagres,(barafunda humana e mistura de gente, cavalos, comida, ladrões, fugitivos, mercenários e mulheres de vida fácil, que existiu na França, à época dos Mosqueteiros). Será que ninguém viu isso?
Ora, ora, parece-me que aquele lugar não foi projetado para o consórcio de feiúra e fedentina de barracas de camelô, associadas à quiosques de panelas de vatapá e maniçoba.
Minha Nossa Senhora! Quando será que Macapá ira transformar-se numa cidade civilizada?
A INTOLERÂNCIA DAS ELITES
A FACE DOS CIVILIZADOS
Eis que, de repente, sabe-se que a mui heróica e guapa Inglaterra (Reino Unido), pretende libertar pelo menos 25 mil presidiários/ano, a fim de aliviar as prisões daquele país, lotadas. Prestaram atenção nisso? Não? Pois é. Os civilizados também escondem esses fatos, vergonhosos, alarmantes, quando se entende que, em pleno século 21, as nações mais ricas do Planeta (Inglaterra inclusa), instituem políticas de evidente má-vontade e exclusão de refugiados, imigrantes e, principalmente, negros e pobres.
Se as cadeias dos ricos estão abarrotadas, faz-se necessário repensar a sociedade e seus princípios, uma vez que de lá (dos civilizados da Europa), vieram-nos os legados de organização das sociedades humanas.
Alguma coisa está errada, profundamente errada nas nações ricas. Elas perderam o fio da tolerância, da igualdade, da fraternidade e dos valores da liberdade, enquanto postulados inalienáveis da existência humana.
Se assim é, se as prisões dos ricos andam abarrotadas, por que criticam tanto as do Terceiro Mundo, Brasil à frente? Um caso a pensar, não acham?
Eis que, de repente, sabe-se que a mui heróica e guapa Inglaterra (Reino Unido), pretende libertar pelo menos 25 mil presidiários/ano, a fim de aliviar as prisões daquele país, lotadas. Prestaram atenção nisso? Não? Pois é. Os civilizados também escondem esses fatos, vergonhosos, alarmantes, quando se entende que, em pleno século 21, as nações mais ricas do Planeta (Inglaterra inclusa), instituem políticas de evidente má-vontade e exclusão de refugiados, imigrantes e, principalmente, negros e pobres.
Se as cadeias dos ricos estão abarrotadas, faz-se necessário repensar a sociedade e seus princípios, uma vez que de lá (dos civilizados da Europa), vieram-nos os legados de organização das sociedades humanas.
Alguma coisa está errada, profundamente errada nas nações ricas. Elas perderam o fio da tolerância, da igualdade, da fraternidade e dos valores da liberdade, enquanto postulados inalienáveis da existência humana.
Se assim é, se as prisões dos ricos andam abarrotadas, por que criticam tanto as do Terceiro Mundo, Brasil à frente? Um caso a pensar, não acham?
RENAN NO OLHO DO FURACÃO
COZIDO EM FOGO LENTO
As coisas se passam assim, na política. Renan Calheiros (PMDB/AL), pode ter semeado uma carreira brilhante. Chegou à presidência do Senado da República, o que não é pouco. Contudo, é feito de carne humana e, como tal, sujeito aos desejos, ódios, preferências e aversões humanas, tudo isso dirigido por uma coisa que os junguianos denominam de "vontade" e os freudianos de "libido."
Renan arranjou uma namorada jornalista e, na esteira do namoro, uma filha extra-conjugal. E o mundo continuou rodando (ou seja, o Planeta) e tudo parecia ir muito bem e no melhor dos mundos. Afinal, o parceiro Lula, hoje maior garantia dos políticos brasileiros de algum topete, tinha ganho a reeleição. Renan começou a destacar-se no cenário nacional, a brilhar mais que nunca.
Esquecido de que os invejosos não dormem.
Resultado: armaram arapucas e desnudaram-lhe os segredos famiiares e íntimos. O escândalo pipocou nas páginas de jornais e revistas. Alguém convocou a sonolenta Comissão de Ética do Senado e o puxa-puxa de dedeclarações desencontradas tornou-se lava em cratera de vulcão.
Hoje, de modo mais que melancólico, as aves agourentas pedem a cabeça (renúncia) de Renan. Ele resiste. Diz que não vai renunciar, mas isso parece - a cada dia que passa - uma realidade inescapável.
Ele está sendo cozinhado em fogo lento e com os molhos de escândalo apropriados. Se cair, como é bem provável, será menos um no caminho dos ambiciosos de carteirinha, tipo José Serra e Michel Temer, que acordam, escovam os dentes, almoçam, merendam, jantam e dormem pensando em como chegar à cadeira da presidência da República.
Delenda Renan! (É preciso destruir Renan), para que outros reis e vice-reis da política, Richelieus e Tartufos, saiam das sombras e assomem ao proscênio.
Como diz o valoroso Hélio Fernandes (Tribuna da Imprensa): Que República!
As coisas se passam assim, na política. Renan Calheiros (PMDB/AL), pode ter semeado uma carreira brilhante. Chegou à presidência do Senado da República, o que não é pouco. Contudo, é feito de carne humana e, como tal, sujeito aos desejos, ódios, preferências e aversões humanas, tudo isso dirigido por uma coisa que os junguianos denominam de "vontade" e os freudianos de "libido."
Renan arranjou uma namorada jornalista e, na esteira do namoro, uma filha extra-conjugal. E o mundo continuou rodando (ou seja, o Planeta) e tudo parecia ir muito bem e no melhor dos mundos. Afinal, o parceiro Lula, hoje maior garantia dos políticos brasileiros de algum topete, tinha ganho a reeleição. Renan começou a destacar-se no cenário nacional, a brilhar mais que nunca.
Esquecido de que os invejosos não dormem.
Resultado: armaram arapucas e desnudaram-lhe os segredos famiiares e íntimos. O escândalo pipocou nas páginas de jornais e revistas. Alguém convocou a sonolenta Comissão de Ética do Senado e o puxa-puxa de dedeclarações desencontradas tornou-se lava em cratera de vulcão.
Hoje, de modo mais que melancólico, as aves agourentas pedem a cabeça (renúncia) de Renan. Ele resiste. Diz que não vai renunciar, mas isso parece - a cada dia que passa - uma realidade inescapável.
Ele está sendo cozinhado em fogo lento e com os molhos de escândalo apropriados. Se cair, como é bem provável, será menos um no caminho dos ambiciosos de carteirinha, tipo José Serra e Michel Temer, que acordam, escovam os dentes, almoçam, merendam, jantam e dormem pensando em como chegar à cadeira da presidência da República.
Delenda Renan! (É preciso destruir Renan), para que outros reis e vice-reis da política, Richelieus e Tartufos, saiam das sombras e assomem ao proscênio.
Como diz o valoroso Hélio Fernandes (Tribuna da Imprensa): Que República!
RANÇOS DE PUXA-SACO DE GRAVATA
ELE RENDEU-SE AO PODER
Esse senhor, Mangabeira Unger, não faz tempo, lascou a lenha no PT e no governo Lula, chamando-os de "corruptos". Usou de sua cátedra de professor consagrado (ciências políticas), para desnudar o que lhe pareceu os albores de um governo pseudo reformista, que prometia romper os grilhões do neoliberalismo de Fernando Henrique Cardoso, mas rendeu-se aos encantos do grande capital e da globalização, capitaneada pelos EUA.
Mangabeira Unger, agora, é todo unha-e-carne com o governo Lula e pontifica, em Brasília, dizendo que "É preciso olhar para a frente." tem razão. So esqueceu de repetir aquela frase, terrívelmente hipócrita de FHC, quando disse, certa feita: "Esqueçam tudo o que escrevi." Mundo cão. Gente ordinária, merecedora do inferno.
Esse senhor, Mangabeira Unger, não faz tempo, lascou a lenha no PT e no governo Lula, chamando-os de "corruptos". Usou de sua cátedra de professor consagrado (ciências políticas), para desnudar o que lhe pareceu os albores de um governo pseudo reformista, que prometia romper os grilhões do neoliberalismo de Fernando Henrique Cardoso, mas rendeu-se aos encantos do grande capital e da globalização, capitaneada pelos EUA.
Mangabeira Unger, agora, é todo unha-e-carne com o governo Lula e pontifica, em Brasília, dizendo que "É preciso olhar para a frente." tem razão. So esqueceu de repetir aquela frase, terrívelmente hipócrita de FHC, quando disse, certa feita: "Esqueçam tudo o que escrevi." Mundo cão. Gente ordinária, merecedora do inferno.
GOSTEI DA MUDANÇA
O QUE ACONTECE COM O UOL?
O Ivan Carlo tem razão: o Blogspot é melhor do que o UOL. Ora, não vem ao caso avaliar esses sites e provedores, apenas pelo nome famoso, ou por serviços que possam, ou não, oferecer - com eficiência, diga-se. Porém, o que a gente escreve, muitas vezes corre o mundo e alguns amigos do exteior, principalmente dos Estados Unidos, estavam reclamando da dificuldade de acessar meu Blog no UOL. Não liguei muito. Abri outro, no TERRA, e as coisas que já estavam ruins, pioraram.
Lá adiante, lembrei que tinha aberto outro Blog (MAKTUB, a caverna do Escriba), justamente no Blogger. O detalhe é que não lembrava mais a senha, nem login, essas coisas todas, complicadas para um semi-analfa digital, como eu. Salvou-me afacilidade com que a pessoa pode acionar um Blog. Um, dois, três e a coisa já está no ar! Limpinha, bonitinha e cheia de florzinhas, se você quiser.
O caso é que pretendo manter meu bombardeado galeão por aqui, em reparos, uma porção de tempo.
O Ivan Carlo tem razão: o Blogspot é melhor do que o UOL. Ora, não vem ao caso avaliar esses sites e provedores, apenas pelo nome famoso, ou por serviços que possam, ou não, oferecer - com eficiência, diga-se. Porém, o que a gente escreve, muitas vezes corre o mundo e alguns amigos do exteior, principalmente dos Estados Unidos, estavam reclamando da dificuldade de acessar meu Blog no UOL. Não liguei muito. Abri outro, no TERRA, e as coisas que já estavam ruins, pioraram.
Lá adiante, lembrei que tinha aberto outro Blog (MAKTUB, a caverna do Escriba), justamente no Blogger. O detalhe é que não lembrava mais a senha, nem login, essas coisas todas, complicadas para um semi-analfa digital, como eu. Salvou-me afacilidade com que a pessoa pode acionar um Blog. Um, dois, três e a coisa já está no ar! Limpinha, bonitinha e cheia de florzinhas, se você quiser.
O caso é que pretendo manter meu bombardeado galeão por aqui, em reparos, uma porção de tempo.
METAS DE NÃO SEI QUANDO
UM DIA, SEREI DISCIPLINADO
Numa conversa com o Leozildo Benjamim - uma das melhores cabeças técnicas que conheço na área de meio ambiente - disse-lhe que, dia desses, pretendo começar um regime disciplinar, pessoal, pior do que aqueles períodos negros de quartel. Ocorre que, de repente, bateu-me um vendaval de saudades de antigas leituras. Tanto que, recentemente, comecei a reler Machado de Assis, Joyce, Rimbaud, Proust e o inconfundível Ernest Hemingway.
A nostalgia, às vezes, tem nome de livro. Quero reler Dante, em sua A Divina Comédia, a fim de entender melhor aqueles eflúvios de amores dele e de sua amada, Beatriz. (nome lindo, não...Beatriz). Mas, que fazer? O mundo é meio complicado e a gente, nem sempre, tem à disposição o tempo que desejaria.
Por enquanto, vou procurar onde anda - nuns tais caixotes empoeirados - aquela pérola chamada "Cem Anos de Solidão", de Gabriel Garcia Márquez, um livro que todo sujeito decente deveria ler, mastigar e engolir, conforme dizia Francis Bacon. Gabriel, pelo menos em "O Amor nos tempos do Cólera", atinge aqueles píncaros da ficção, desfilando à nossa frente a remota e interessante atmosfera de velhos canhões coloniais, galeotes espanhóis e portugueses, tipos e paisagens inesqueciveis, pelo seu conteúdo lúdico e histórico.
Meu Deus! Se escrever mais duas linhas, faço logo uma novela! Assim, vocês já estão sabendo acerca de minhas futuras metas: reler a velharia literária do século passado. Eu acho que vale a pena.
Numa conversa com o Leozildo Benjamim - uma das melhores cabeças técnicas que conheço na área de meio ambiente - disse-lhe que, dia desses, pretendo começar um regime disciplinar, pessoal, pior do que aqueles períodos negros de quartel. Ocorre que, de repente, bateu-me um vendaval de saudades de antigas leituras. Tanto que, recentemente, comecei a reler Machado de Assis, Joyce, Rimbaud, Proust e o inconfundível Ernest Hemingway.
A nostalgia, às vezes, tem nome de livro. Quero reler Dante, em sua A Divina Comédia, a fim de entender melhor aqueles eflúvios de amores dele e de sua amada, Beatriz. (nome lindo, não...Beatriz). Mas, que fazer? O mundo é meio complicado e a gente, nem sempre, tem à disposição o tempo que desejaria.
Por enquanto, vou procurar onde anda - nuns tais caixotes empoeirados - aquela pérola chamada "Cem Anos de Solidão", de Gabriel Garcia Márquez, um livro que todo sujeito decente deveria ler, mastigar e engolir, conforme dizia Francis Bacon. Gabriel, pelo menos em "O Amor nos tempos do Cólera", atinge aqueles píncaros da ficção, desfilando à nossa frente a remota e interessante atmosfera de velhos canhões coloniais, galeotes espanhóis e portugueses, tipos e paisagens inesqueciveis, pelo seu conteúdo lúdico e histórico.
Meu Deus! Se escrever mais duas linhas, faço logo uma novela! Assim, vocês já estão sabendo acerca de minhas futuras metas: reler a velharia literária do século passado. Eu acho que vale a pena.
NUNCA TIVE CINCO MIL LIVROS
ALCINÉIA E UMA FELIZARDA
Bom, diz ela que está arrumando a nova casa e que precisa ajeitar seus 5 mil livros. Vejam só! Fiquei fascinado com esse detalhe: 5 mil volumes, devem fazer as delícias de qualquer leitor inveterado, como eu. Nunca tive essa quantidade de livros. Não porque não os pudesse adquirir (até ganhei um bom dinheirinho, honesto, é claro), mas - acho eu - devido à essa minha vida de judeu errante. Sim, um sujeito despojado, quase franciscano, mas que vai deixando livros, discos, o diabo a quatro, em todos os lugares por onde passa.
Na verdade, casei somente duas vezes. Mas, em constantes mudanças de endereço, minha sina tem sido administrar caixotes de papéis, jornais, livros com a capa rasgada e cheiro de mofo, velhos diplomas roídos pelas traças e que serviram, oh, meu Deus!, de pasto aos cupins. Coisas que, muitas vezes, jogo num cantinho do quintal e largo fogo, naqueles autos de fé, muito pesoais, após os quais a gente passa 72 horas arrependido, lamentando nao ter guardado mais um pouquinho aqueles poemas tortos da época de ginásio. Assim tem sido.
Por isso, quando acessei o blog da Alcinéia, ontem, esse detalhe dos livros prendeu-me a atenção. Um dia, quem sabe, irei visitar a famosa jornalista e ela, lógico, mostrará suas estantes à este pobre e deserdado marquês.
Bom, diz ela que está arrumando a nova casa e que precisa ajeitar seus 5 mil livros. Vejam só! Fiquei fascinado com esse detalhe: 5 mil volumes, devem fazer as delícias de qualquer leitor inveterado, como eu. Nunca tive essa quantidade de livros. Não porque não os pudesse adquirir (até ganhei um bom dinheirinho, honesto, é claro), mas - acho eu - devido à essa minha vida de judeu errante. Sim, um sujeito despojado, quase franciscano, mas que vai deixando livros, discos, o diabo a quatro, em todos os lugares por onde passa.
Na verdade, casei somente duas vezes. Mas, em constantes mudanças de endereço, minha sina tem sido administrar caixotes de papéis, jornais, livros com a capa rasgada e cheiro de mofo, velhos diplomas roídos pelas traças e que serviram, oh, meu Deus!, de pasto aos cupins. Coisas que, muitas vezes, jogo num cantinho do quintal e largo fogo, naqueles autos de fé, muito pesoais, após os quais a gente passa 72 horas arrependido, lamentando nao ter guardado mais um pouquinho aqueles poemas tortos da época de ginásio. Assim tem sido.
Por isso, quando acessei o blog da Alcinéia, ontem, esse detalhe dos livros prendeu-me a atenção. Um dia, quem sabe, irei visitar a famosa jornalista e ela, lógico, mostrará suas estantes à este pobre e deserdado marquês.
ISSO VAI DAR ZEBRA DE NOVO
AVIÕES VÃO SUMIR DO RADAR
Como se explica que, somente em Guarulhos (SP), tenham atrasado 38 vôos, pela manhã? Também no Rio de Janeiro, houve 9 atrasos e 3 cancelamentos e outros tantos em Belo Horizonte. Os controladores de vôo - aos quais ninguém parece prestar atenção, têm advertido que as falhas são dos equipamentos. O governo Lula, enquanto isso, diverte-se em convocar os brasileiros a, por favor, deixar essa mania de falar mal do país e concentra-se em reabilitar o cientista político Mangabeira Unger e jogar incenso no ditador Hugo Chávez (Venezuela).
Não demora, com aqueles apagões nos sucateados radares do Cindacta, outro Boeing, repleto de passageiros e crianças, cairá nas selvas da Amazonia. E veremos a repetiçao daquela novela, onde os militares culparão os civis, os civis, os militares,
Aliás, para vocês não pensarem que estou apenas de mau-humor, sem compreensão maior sobre o assunto, convido-lhes a acessar o site do engenheiro Carleial, onde saberão - em detalhes estarrecedores - o que é o tal Sivam, a sucata tecnológica que o Brasil comprou, a peso de ouro, e o que poderá acontecer com o sistema, à médio prazo.
Como se explica que, somente em Guarulhos (SP), tenham atrasado 38 vôos, pela manhã? Também no Rio de Janeiro, houve 9 atrasos e 3 cancelamentos e outros tantos em Belo Horizonte. Os controladores de vôo - aos quais ninguém parece prestar atenção, têm advertido que as falhas são dos equipamentos. O governo Lula, enquanto isso, diverte-se em convocar os brasileiros a, por favor, deixar essa mania de falar mal do país e concentra-se em reabilitar o cientista político Mangabeira Unger e jogar incenso no ditador Hugo Chávez (Venezuela).
Não demora, com aqueles apagões nos sucateados radares do Cindacta, outro Boeing, repleto de passageiros e crianças, cairá nas selvas da Amazonia. E veremos a repetiçao daquela novela, onde os militares culparão os civis, os civis, os militares,
Aliás, para vocês não pensarem que estou apenas de mau-humor, sem compreensão maior sobre o assunto, convido-lhes a acessar o site do engenheiro Carleial, onde saberão - em detalhes estarrecedores - o que é o tal Sivam, a sucata tecnológica que o Brasil comprou, a peso de ouro, e o que poderá acontecer com o sistema, à médio prazo.
terça-feira, 19 de junho de 2007
CADEIRA DE MENOS, GENTE DEMAIS
CORRIDA GERAL AO PRÊMIO
Como o assunto é a sucessão municipal, por que não citar (vou analisá-los depois), os candidatos mais à mão? Ora, qualquer cachorro vadio de Macapá, sabe que os deputados Roberto Góes (PDT), Joel Banha (PT) e Jorge Amanajás - para citar apenas os mais notórios - têm pretensão à prefeitura, em 2008.
Por fora, mas não menos sem importância, corre a deputada federal Dalva Figueiredo (PT), que outra vez prepara uma "senhora" cama-de-gato para seu companheiro de legenda, Joel Banha. Dalva é considerada a mão-forte do PT do Amapá.
Contudo, até meados de junho do ano próximo, devem estar na praça, quando menos, mais uns cinco candidatos. Todos de paletó e gravata, sorridentes, dando tapinhas nas costas de todo mundo e, principalmente, falando pelos cotovelos.
Quem quer apostar?
Como o assunto é a sucessão municipal, por que não citar (vou analisá-los depois), os candidatos mais à mão? Ora, qualquer cachorro vadio de Macapá, sabe que os deputados Roberto Góes (PDT), Joel Banha (PT) e Jorge Amanajás - para citar apenas os mais notórios - têm pretensão à prefeitura, em 2008.
Por fora, mas não menos sem importância, corre a deputada federal Dalva Figueiredo (PT), que outra vez prepara uma "senhora" cama-de-gato para seu companheiro de legenda, Joel Banha. Dalva é considerada a mão-forte do PT do Amapá.
Contudo, até meados de junho do ano próximo, devem estar na praça, quando menos, mais uns cinco candidatos. Todos de paletó e gravata, sorridentes, dando tapinhas nas costas de todo mundo e, principalmente, falando pelos cotovelos.
Quem quer apostar?
O QUERIDINHO DO PREFEITO
ELE ESTÁ NO PÁREO, SIM
Vamos deixar de firulas! O prefeito João Henrique (PT), prepara um sucessor, que atende pelo nome de João Trajano, atual secretário municipal de Obras. Trajano, saibam, é o novo enfant-gatè do prefeito, isto é, será o preferido, quando chegar a hora da onça beber água na sucessão municipal (2008).
Trajano, em que pesem desmentidos - da imprensa desinformada e do próprio - está no páreo municipal de 2008 - e pretende fazer bonito. Com as bênçãos de São Waldez Góes (governador) e Monsenhor João Henrique (prefeito). Quem viver, lógico, verá.
Vamos deixar de firulas! O prefeito João Henrique (PT), prepara um sucessor, que atende pelo nome de João Trajano, atual secretário municipal de Obras. Trajano, saibam, é o novo enfant-gatè do prefeito, isto é, será o preferido, quando chegar a hora da onça beber água na sucessão municipal (2008).
Trajano, em que pesem desmentidos - da imprensa desinformada e do próprio - está no páreo municipal de 2008 - e pretende fazer bonito. Com as bênçãos de São Waldez Góes (governador) e Monsenhor João Henrique (prefeito). Quem viver, lógico, verá.
O PREFEITO ACORDOU, GENTE!
AS RUAS ESTÃO SENDO ASFALTADAS
Para alívio de quem possui carro, o prefeito de Macapá, João Henrique, resolveu acordar. Após o café, saiu às ruas, verificando os trabalhos de recapeamento asfáltico. De fato, Macapá está um caso de polícia. Muito buraco, lixo, calçadas ocupadas por ambulantes de todas as cores espécies e qualidades - e aquele aspecto de favela urbana.
O problema é que, todos sabem, as ruas estavam uma beleza, arrumadas e com asfalto novo. Mas, que tipo de asfalto? O pior, diga-se. Não resistiu nem às primeiras chuvas, sempre rigorosas, no início de fevereiro/março. Na verdade, foi um asfalto eleitoreiro, a fim do moço, é claro, abiscoitar a reeleição. Ou estarei enganado?
Para alívio de quem possui carro, o prefeito de Macapá, João Henrique, resolveu acordar. Após o café, saiu às ruas, verificando os trabalhos de recapeamento asfáltico. De fato, Macapá está um caso de polícia. Muito buraco, lixo, calçadas ocupadas por ambulantes de todas as cores espécies e qualidades - e aquele aspecto de favela urbana.
O problema é que, todos sabem, as ruas estavam uma beleza, arrumadas e com asfalto novo. Mas, que tipo de asfalto? O pior, diga-se. Não resistiu nem às primeiras chuvas, sempre rigorosas, no início de fevereiro/março. Na verdade, foi um asfalto eleitoreiro, a fim do moço, é claro, abiscoitar a reeleição. Ou estarei enganado?
MAIS TREM DA ALEGRIA
LULA E OS BARNABÉS
Hoje, pela tarde, divulgou-se que o presidente Lula, sem pestanejar, autorizou outro trem da alegria. O total de 626 novos cargos, a serem rateados entre os deputados e senadores da chamada base aliada do governo.
Não bastasse o pesso, mastodôntico, da máquina pública, perdulária e ineficiente, temos mais essa turma para dar salário e mordomias.
Pobre - e abestado - contribuinte!
Hoje, pela tarde, divulgou-se que o presidente Lula, sem pestanejar, autorizou outro trem da alegria. O total de 626 novos cargos, a serem rateados entre os deputados e senadores da chamada base aliada do governo.
Não bastasse o pesso, mastodôntico, da máquina pública, perdulária e ineficiente, temos mais essa turma para dar salário e mordomias.
Pobre - e abestado - contribuinte!
TERMINANDO A FASE RURAL
EU AQUI DE NOVO
Para quem não sabia, essa minha relativa ausência das lides de imprensa, em Macapá, deveu-se a problemas de família, inesperados, no final do ano passado. Fiz a opção, primeiro, de descansar um pouco. Depois, quase dez anos sem tirar um dia sequer de férias, acaba com o astral de qualquer um. Fui para as margens do histórico rio Pedreira, mais precisamente, ao distrito de Santo Antonio.
Mas, que fazer? Há uma rodovia asfaltada e apenas 63 Km. separam aquela pequena vila de Macapá. Era inevitável que surgissem por lá, iguais a "fantasmas da Ópera", vários amigos, jornalistas, olhando, sondando, perguntando o que eu estava mesmo fazendo lá. Resultado: resolvi voltar ao bando.
Assim, apesar de ter levado pra lá um dos meus computadores, onde coloquei inúmeras novas idéias e alguns projetos, vou procurar manter ativos os Blogs (esse e o www. jbsalgado.zip.net). Devagar e sempre, vocês irão ver por aí os meus escritos. No mesmíssimo estilo e com as também mesmíssimas convicções.
A fase rural acabou.
Para quem não sabia, essa minha relativa ausência das lides de imprensa, em Macapá, deveu-se a problemas de família, inesperados, no final do ano passado. Fiz a opção, primeiro, de descansar um pouco. Depois, quase dez anos sem tirar um dia sequer de férias, acaba com o astral de qualquer um. Fui para as margens do histórico rio Pedreira, mais precisamente, ao distrito de Santo Antonio.
Mas, que fazer? Há uma rodovia asfaltada e apenas 63 Km. separam aquela pequena vila de Macapá. Era inevitável que surgissem por lá, iguais a "fantasmas da Ópera", vários amigos, jornalistas, olhando, sondando, perguntando o que eu estava mesmo fazendo lá. Resultado: resolvi voltar ao bando.
Assim, apesar de ter levado pra lá um dos meus computadores, onde coloquei inúmeras novas idéias e alguns projetos, vou procurar manter ativos os Blogs (esse e o www. jbsalgado.zip.net). Devagar e sempre, vocês irão ver por aí os meus escritos. No mesmíssimo estilo e com as também mesmíssimas convicções.
A fase rural acabou.
LEITURAS MUITO AGRADÁVEIS
DE BONS TEXTOS E BONS VINHOS
O professor e jornalista Ivan Carlo - que conheci um encontro de Bloggueiros, articulado pela Alcilene Cavalcante - continua escrevendo muito bem. É uma delícia acessar o seu Blog (www.ivancarlo.blogspot.com), onde se poderá apreciar notícias atualizadas sobre literatura, política, jornalismo, música, teatro e outros temas, como o mundo dos Quadrinhos.
Certa feita, Francis Bacon disse uma coisa interessante: "O livro é um alimento. Alguns, são provados, outros, devorados, mas pouquíssimos mastigados e digeridos." Respeitadas as proporções, o Blog do Ivan Carlo não é só para ser "provado", é para ser mastigado com prazer e digerido. Igual a camarões flambados, acompanhados de um vinho decente.
O professor e jornalista Ivan Carlo - que conheci um encontro de Bloggueiros, articulado pela Alcilene Cavalcante - continua escrevendo muito bem. É uma delícia acessar o seu Blog (www.ivancarlo.blogspot.com), onde se poderá apreciar notícias atualizadas sobre literatura, política, jornalismo, música, teatro e outros temas, como o mundo dos Quadrinhos.
Certa feita, Francis Bacon disse uma coisa interessante: "O livro é um alimento. Alguns, são provados, outros, devorados, mas pouquíssimos mastigados e digeridos." Respeitadas as proporções, o Blog do Ivan Carlo não é só para ser "provado", é para ser mastigado com prazer e digerido. Igual a camarões flambados, acompanhados de um vinho decente.
VISITA DE FANTASMAS EM CASA ALHEIA
VAMOS INTERAGIR?
Confesso-lhes já ter criado uns três blogs. Assim é que, outro dia, o advogado Wagner Gomes, provavelmente sem ter o que fazer de melhor (aliás, é petista de carteirinha), apropriou-se de um título meu (VALE O ESCRITO), um Blog de notícias e comentários, criado por mim.
Tanto é assim que, se vocês se derem ao trabalho de pesquisar o nome Bonfim Salgado - no Google, por exemplo - lá irão encontrar o Vale o Escrito, devidamente atribuídos a mim, não a qualquer outra pessoa.
Portanto, vamos ver se interagimos por aqui, no AGENDA ABERTA.
Tomem o título Agenda Aberta ao pé da letra e mandem comentários.
Confesso-lhes já ter criado uns três blogs. Assim é que, outro dia, o advogado Wagner Gomes, provavelmente sem ter o que fazer de melhor (aliás, é petista de carteirinha), apropriou-se de um título meu (VALE O ESCRITO), um Blog de notícias e comentários, criado por mim.
Tanto é assim que, se vocês se derem ao trabalho de pesquisar o nome Bonfim Salgado - no Google, por exemplo - lá irão encontrar o Vale o Escrito, devidamente atribuídos a mim, não a qualquer outra pessoa.
Portanto, vamos ver se interagimos por aqui, no AGENDA ABERTA.
Tomem o título Agenda Aberta ao pé da letra e mandem comentários.
NOVO SITE NO AR
OPÇÃO DE PESQUISA
Aí pelo dia 13 de julho, deverá entrar no ar - em Macapá - um novo e moderno site de pesquisa, leitura e entretenimento. O nome: AMAPAISAGEM. Uma iniciativa de um seleto grupo de intelectuais amapaenses, que pretende mudar os esquemas de pesquisa e informação sobre o Estado do Amapá.
O espaço será eclético, democrático, cheio de artigos e opinião sobre a atualidade do Amapá, do Brasil e do mundo, obedecendo a padrões de cultura e, principalmente, muita, mas muita informação.
Recomendo e vocês não perdem por esperar.
Aí pelo dia 13 de julho, deverá entrar no ar - em Macapá - um novo e moderno site de pesquisa, leitura e entretenimento. O nome: AMAPAISAGEM. Uma iniciativa de um seleto grupo de intelectuais amapaenses, que pretende mudar os esquemas de pesquisa e informação sobre o Estado do Amapá.
O espaço será eclético, democrático, cheio de artigos e opinião sobre a atualidade do Amapá, do Brasil e do mundo, obedecendo a padrões de cultura e, principalmente, muita, mas muita informação.
Recomendo e vocês não perdem por esperar.
DINHEIRO PÚBLICO PELO RALO
BEIRA-RIO, OH, BEIRA-RIO!
Não faz muito tempo, escrevi uns artigos de jornal, observando que a arquitetura, o traçado daqueles quiosques da Beira-Rio (em frente ao hotel Macapá), estavam inadequados. Havia muitos espaços entre os quiosques, os banheiros foram projetados (pasmem), para uso comum de homens e mulheres (um absurdo) e o sistema de drenagem de águas não tinha sido feito da maneira correta.
Foi um Deus nos acuda. As autoras do projeto (consta que foram duas arquitetas da prefeitura de Macapá), ficaram furiosas comigo. Alguns jornalistas, amestrados, idiotas sem informação, também embarcaram na canoa e meteram-me goela abaixo seus adjetivos de pacóvios.
Pois bem. Ficar naquele local, os quiosques, passou a ser um suplício, notadamente numa cidade onde chove seis meses por ano. Era comum a gente sair correndo com o prato na mão, em busca de abrigo, ao menor chuvisco. O tempo passou.
Após uma campanha na imprensa, detonando a questão do "banheiro único", fizeram uma reforma e os banheiros passaram a ser dois: homem e mulher.
Agora, outra reforma está em curso. Os "iluminados" da prefeitura e do governo estadual, chegaram à conclusão de que os espaços devem ser melhor aproveitados. Derrubaram tudo e a obra começou a ser modificada. Detalhe: a antiga foi feita com dinheiro proveniente da SUFRAMA, à época do então prefeito João Bosco Papaléo Paes.
Gostaria muito de ver, agora, a cara de tacho das tais arquitetas, autoras do primeiro projeto, às quais recomendo viagem de reciclagem à Bahia, ao Paraná (Curitiba) e, se sobrar um dinheirinho, à Barcelona.
Não faz muito tempo, escrevi uns artigos de jornal, observando que a arquitetura, o traçado daqueles quiosques da Beira-Rio (em frente ao hotel Macapá), estavam inadequados. Havia muitos espaços entre os quiosques, os banheiros foram projetados (pasmem), para uso comum de homens e mulheres (um absurdo) e o sistema de drenagem de águas não tinha sido feito da maneira correta.
Foi um Deus nos acuda. As autoras do projeto (consta que foram duas arquitetas da prefeitura de Macapá), ficaram furiosas comigo. Alguns jornalistas, amestrados, idiotas sem informação, também embarcaram na canoa e meteram-me goela abaixo seus adjetivos de pacóvios.
Pois bem. Ficar naquele local, os quiosques, passou a ser um suplício, notadamente numa cidade onde chove seis meses por ano. Era comum a gente sair correndo com o prato na mão, em busca de abrigo, ao menor chuvisco. O tempo passou.
Após uma campanha na imprensa, detonando a questão do "banheiro único", fizeram uma reforma e os banheiros passaram a ser dois: homem e mulher.
Agora, outra reforma está em curso. Os "iluminados" da prefeitura e do governo estadual, chegaram à conclusão de que os espaços devem ser melhor aproveitados. Derrubaram tudo e a obra começou a ser modificada. Detalhe: a antiga foi feita com dinheiro proveniente da SUFRAMA, à época do então prefeito João Bosco Papaléo Paes.
Gostaria muito de ver, agora, a cara de tacho das tais arquitetas, autoras do primeiro projeto, às quais recomendo viagem de reciclagem à Bahia, ao Paraná (Curitiba) e, se sobrar um dinheirinho, à Barcelona.
A VOLTA DA VELHA SENHORA
CENSURA - CENSURA - CENSURA
O governo do presidente Lula, parece, quer imitar em tudo o regime do atual ditador da Venezuela, Hugo Chávez. A diferença entre Lula e Chávez, é que o segundo está sentado num poço de petróleo, e Lula administra, quando menos, 120 milhões de miseráveis, desdentados, famintos e excluídos.
Vejamos: o governo Lula, recentemente, fez editar a portaria 264 que, em seus artigos 4 e 5, sem mais aquela, institui a censura prévia aos meios de comunicação. Sim, o governo do PT, com aquelas cantilenas demagógicas de liberdade e defesa do cidadão, está apelando à Censura! Eles não querem ser fiscalizados!
É a volta da velha Senhora, a censura que os militares (ditadura de 1964), impuseram ao país, metendo o Brasil no atoleiro do atraso, quase 30 anos.
O governo do presidente Lula, parece, quer imitar em tudo o regime do atual ditador da Venezuela, Hugo Chávez. A diferença entre Lula e Chávez, é que o segundo está sentado num poço de petróleo, e Lula administra, quando menos, 120 milhões de miseráveis, desdentados, famintos e excluídos.
Vejamos: o governo Lula, recentemente, fez editar a portaria 264 que, em seus artigos 4 e 5, sem mais aquela, institui a censura prévia aos meios de comunicação. Sim, o governo do PT, com aquelas cantilenas demagógicas de liberdade e defesa do cidadão, está apelando à Censura! Eles não querem ser fiscalizados!
É a volta da velha Senhora, a censura que os militares (ditadura de 1964), impuseram ao país, metendo o Brasil no atoleiro do atraso, quase 30 anos.
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